Hoje a transexualidade não é considerada doença. A CID-11 retirou a incongruência de gênero do capítulo de transtornos mentais, e o DSM-5-TR mantém o diagnóstico de disforia de gênero apenas para casos em que há sofrimento significativo. As queixas relacionadas à sexualidade e à identidade devem ser acolhidas como conflitos internos de cada pessoa, trabalhando a aceitação e o bem-estar emocional.
No consultório de psicologia, o foco é oferecer um espaço de escuta sem julgamento, em que a pessoa possa se sentir bem e se aceitar como é. Respeitar o nome e os pronomes pelos quais cada pessoa deseja ser tratada, como ela/dela, faz parte desse acolhimento.
O objetivo da comunidade LGBTQIA+ é a inclusão e o bem-estar do indivíduo, independente da forma como ele se vê ou se identifica.
Quando procurar ajuda profissional
Se você vive conflitos internos, sofre preconceito ou se sente sozinho ao lidar com sua identidade ou orientação, um espaço de escuta sem julgamento pode ajudar. Conheça o atendimento com psicólogo em Guarulhos e a página sobre disforia de gênero, para quem sente sofrimento relacionado à própria identidade.
Se o sofrimento estiver muito intenso ou houver pensamentos de se machucar, ligue para o CVV (188, 24h, gratuito); em emergência, SAMU 192. O atendimento pode ser presencial, no Bom Clima, em Guarulhos, ou online.
Perguntas frequentes
Ser transgênero é considerado doença?
Não, ser transgênero não é considerado doença. As classificações atuais de saúde não tratam a diversidade de gênero como transtorno mental. O que pode causar sofrimento são o preconceito, a rejeição e os conflitos internos. A psicologia atua no acolhimento e no bem-estar, e não busca mudar a identidade de ninguém.
O que a psicoterapia faz por pessoas LGBTQIA+?
A psicoterapia oferece um espaço seguro para falar sobre identidade, aceitação, relacionamentos e experiências de preconceito. O objetivo é fortalecer o bem-estar emocional e a autonomia, sem tentar alterar identidade ou orientação. Também ajuda a lidar com ansiedade, tristeza e estresse, que podem surgir em ambientes hostis.
Por que os pronomes e o nome social importam?
Porque respeitar o nome e os pronomes é respeitar a identidade da pessoa e reduzir o sofrimento. Ser chamado pelo nome e pronome corretos favorece o acolhimento e a confiança, inclusive no consultório. Se tiver dúvida, pergunte com respeito como a pessoa prefere ser tratada.
A discriminação pode afetar a saúde mental?
Sim, pode afetar. Preconceito, rejeição e violência contribuem para estresse, ansiedade, tristeza e isolamento. Esses efeitos vêm do contexto social, e não da identidade da pessoa. Apoio psicológico e redes de acolhimento ajudam a lidar com o impacto e a fortalecer a autoestima.
Como encontrar um psicólogo que acolha a diversidade em Guarulhos?
Procure um profissional que declare atuar de forma ética e acolhedora, sem julgamentos. Na Aster Psicologia e Psiquiatria Guarulhos, os atendimentos seguem o código de ética da profissão. Há opção presencial no Bom Clima e online, e você pode combinar a primeira conversa pelo WhatsApp (11) 98528-6840.



